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Hoje, dia 21 de Abril, é comemorado mundialmente o dia da criatividade. A data foi oficializada em 2018, pela Organização das Nações Unidas (ONU). Vários lugares do mundo recebem eventos e ações que promovem o desenvolvimento da criatividade em seus mais variados âmbitos. Isso se deve ao fato de que é notório o poder da criatividade para resolver problemas complexos. O dia internacional da criatividade nada mais é que um espaço de voz para diversas vozes criativas mostrarem suas habilidades, conhecimentos e atitudes em prol de causas sociais, econômicas, religiosas, ambientais etc. O “creativity day” é uma oportunidade para empreender, colaborar e compartilhar conhecimentos. Na educação, por exemplo, a criatividade é essencial para transformar sujeitos. Nesse viés, a gamificação é uma estratégia criativa para alcançar, engajar e transformar o mindset do alunado.

De fato, ensinar é uma arte. Mas aprender também é uma arte. Tanto quem ensina, quanto quem aprende têm expectativas e emoções. E se a educação é um “projeto” humanista, ela tem o sujeito no centro, ele é o cliente. E o cliente quer ser bem recebido e atendido, quer ser encantado, quer tirar as suas dúvidas, ou seja, ele quer ter, em última análise, uma experiência positiva. Além disso, é notório que um cliente satisfeito faz a melhor propaganda. Se nós enquanto educadores queremos impactar e transformar vidas, temos de inovar.

Os sujeitos são mutáveis e com a pós-modernidade essa mutabilidade é muito mais rápida, instantânea e “carrega poder” e influência digital. Nesse sentido, a gamificação é uma ótima estratégia educacional para gerar desafios, motivar, engajar, ensinar, potencializar conhecimentos e habilidades e desbloquear a criatividade. Einstein certa vez disse que “a criatividade é a inteligência se divertindo”. Assim, falar em gamificação é falar na importância da criatividade, que ao contrário do que alguns pensam não é um dom apenas dado a alguns, mas sinapses e conexões mentais que se juntam cognitivamente e de forma inteligente, para gerar ideias criativas, resolver problemas e gerar inovações.

 

“A criatividade é a inteligência se divertindo”.

 

A gamificação não é um jogo, mas ela usa mecânicas presentes no design de jogos, com recursos como, desafios, níveis de dificuldade, premiações, entre outros. O jogo ainda é um artefato complexo no cenário educativo, pois há a ideia que eles podem “moldar” ou influenciar o comportamento de quem joga. Mas o fato é que diversas pesquisas apontam para os benefícios de jogar. E quando a mecânica de jogos é levada para dentro do contexto educacional, o aprendizado é, sem dúvidas, orientado à criatividade.

Vamos desbloquear a nossa criatividade? Então…

1. Diga não a “adultização”. Deixe a sua imaginação fluir;
2. Tente mais, erre mais;
3. Jogue jogos de tabuleiros e eletrônicos;
4. Estude sempre. Abra a mente para aprender coisas novas;
5. Valorize as suas “inteligências” e individualidade;
6. Descanse. Não sobrecarregue seu corpo e sua mente;
7. Divirta-se, seja no shopping, no cinema, ou no parque.

Enfim, gamificar é inovar não só o processo de ensino-aprendizagem, mas se inovar como profissional, aceitar novas experiências e aprender com elas. Gamifique sua aula e coloque também seus alunos para criar as suas próprias gamificações. E fique sempre atento há algumas coisas, como, premiar não o resultado em si, mas o esforço empreendido pelos alunos, evitar as comparações e estimular a curiosidade, possibilitar as tentativas e os erros, valorizar as inteligências múltiplas e a individualidade de cada pessoa, e por último, possibilitar a diversão. Keep gaming!

 

(Michele Souza)

Gamificar é inovar!

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